A 25 de Maio, mais de 600 colaboradores-voluntários do Grupo Montepio apoiarão associações de 32 pontos do país, num total de 56 ações, sendo 48 ações de voluntariado coletivo e 8 ateliers no domínio das esferas social, ambiental, proteção de animais e workshops temáticos.

 

Numa política de continuidade do trabalho já desenvolvido em anos anteriores, mas também de diferenciação e inovação, o Grupo Montepio pretende inaugurar, nesta 6ª edição, um novo paradigma de atuação, modelo que se designa por PROJETO INTERVENÇÃO SOCIAL.“A grande diferença é que deixamos de trabalhar com instituições para passarmos a trabalhar em função das necessidades da Comunidade, com a Comunidade e diretamente para a Comunidade” explica Joaquim Caetano, Técnico do Gabinete de Responsabilidade Social da Associação Mutualista Montepio.


A norte do país, instituições como o Centro Social e Cultural S. Pedro do Bairro, Centro Social do Soutelo, Associação do Porto de Paralisia Cerebral ou Associação Amigos Picudos acolhem os voluntários do Grupo Montepio para que apoiem o serviço de refeições aos sem-abrigo, a reabilitação de espaços exteriores para jovens e idosos e a reabilitação de infraestruturas indispensáveis ao bom funcionamento daquelas associações.

 

Na região centro, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental e a Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco acolherão equipas desafiadas a trabalhar na recuperação e reabilitação de espaços interiores das associações.

 

Já na região de Lisboa, a Associação Nariz Vermelho e o Centro Educacional para o Cidadão Deficiente acolherão os colaboradores do Grupo Montepio para uma ação fortemente orientada ao PROJETO DE INTERVENÇÃO SOCIAL.

 

A sul, as ações centram-se na proteção de animais, pelo que a Associação Milú 2 beneficiará da ajuda destes voluntários na recuperação de canis e construção de novas boxes, mas também na recuperação de espaços interiores de valência para menores institucionalizados na Cooperativa RUMO, situada no Barreiro.

 

As regiões autónomas dos Açores e da Madeira contarão com a participação de duas equipas, em São Miguel e no Funchal, que atuarão em projetos na área social.